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Paulo Rabello apresenta planejamento estratégico para tornar o Brasil um uma nação desenvolvida até 2035

12/03/2018

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Paulo Rabello de Castro, apresentou, durante almoço-debate promovido pelo Lide – Grupo de Líderes Empresariais, um planejamento estratégico para tornar o Brasil uma nação desenvolvida até 2035. Rabello informou que a inspiração foi um plano que está sendo implantado pelo Banco de Desenvolvimento da China em três etapas, com ações previstas pelas próximas décadas. “Será possível, vocês se perguntam. É matematicamente possível e calculamos isso. Seríamos um país medianamente desenvolvido em termos de renda se aumentarmos o IDH de 0,75 para 0,86, elevando a renda de US$ 14 mil para US$ 25 mil. O objetivo é ficar, em termos de renda, entre Portugal e Grécia”.

O economista alertou, entretanto, que o desenvolvimento não pode ser tão volátil como foi nos últimos anos; é necessário que o crescimento de 3,2% ao ano tenha estabilidade. “Seria suficiente para causar inclusive os impactos regionais desejáveis em termos de redução expressiva das desigualdades”, complementa. Os impactos regionais dessa visão estratégica seriam a diminuição da desigualdade regional, ampliação da estrutura produtiva e expansão expressiva das infraestruturas.

 O desenvolvimento se daria em três eixos principais: competição, estruturação e distribuição de renda. Tornar todos os segmentos mais competitivos e estruturados vai possibilitar que as riquezas sejam mais compartilhadas. “É preciso sonhar com Brasil de transformação. Na segurança, saúde, sem deixar ninguém para trás. Para um desenvolvimento pleno, a chave é focar em segurança, emprego e investimento. A média de investimentos internos hoje é de 15,7%. Vamos buscar que chegue a 25% até 2035”, acrescenta Rabello.

A conclusão de Rabello lembrou os três ‘P’s que baseiam a prosperidade. Sobre o primeiro deles, poupança, o economista afirmou que o brasileiro ainda tem dificuldades para poupar e é preciso haver uma revisão do conceito geral de poupança. A propriedade é o segundo. “Queremos a maior revolução de inclusão de todos os tempos. Quando falamos em propriedade, isso abrange todos os âmbitos: de conhecimento, ainda mais importante e a mobiliária”. Por fim, participação “Em todos os níveis. Financeira, mas política, nos nossos destinos. Esse conjunto é essencial”, complementou o presidente do BNDES.

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