A química que trata a água, protege o paciente e alimenta o mundo: um panorama da indústria química

Abra a torneira. A água que sai dali, e em boa parte do mundo, passou por desinfecção química. Jersey City foi a primeira cidade americana a desinfetar a água de abastecimento de forma rotineira, em 1908, e milhares de cidades seguiram o exemplo na década seguinte. O Centers for Disease Control and Prevention (CDC), agência federal de saúde pública dos Estados Unidos, atribui a queda da febre tifoide nas cidades americanas ao conjunto formado por desinfecção e tratamento da água, melhoria das fontes e avanços em saneamento e higiene [1]. Em Israel, o Bulletin da Organização Mundial da Saúde registrou que a cloração obrigatória teve peso importante na melhoria da qualidade da água e na redução de surtos de doenças de veiculação hídrica; os autores ressalvam que a associação observada pode não indicar causalidade, embora a ligação seja biológica e epidemiologicamente plausível [2].

Trabalho com governança de resíduos químicos industriais há cerca de dezoito anos e vejo o debate público tratar produtos químicos, muitas vezes, como ameaça. Este texto reúne evidências de que eles são condição para serviços que ninguém dispensa e demonstra como o setor tem atuado fortemente em evolução e melhoria contínua de processos, em linha com os princípios da química verde.

Água e saneamento

A Lei 14.026/2020, que alterou o Marco Legal do Saneamento (Lei 11.445/2007), estabeleceu a meta de atender 99% da população com água potável e 90% com coleta e tratamento de esgotos até 31 de dezembro de 2033 (art. 11-B) [3]. O estudo Avanços do Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil de 2025, do Instituto Trata Brasil, com dados do SINISA de 2023, registra aproximadamente 34 milhões de habitantes sem atendimento por sistemas formais de água e mais de 90 milhões sem coleta e sem tratamento de esgotos [4]. O Ranking do Saneamento 2024, do mesmo instituto, com dados de 2022, apontava quase 32 milhões de pessoas sem acesso à água potável e cerca de 90 milhões sem coleta de esgoto [5]. Estudo do Instituto Trata Brasil com a GO Associados, divulgado em 16 de julho de 2026, estima em R$ 431 bilhões o investimento ainda necessário até 2033 e avalia que o ritmo atual está longe do exigido: o investimento por habitante cresceu 51% desde o Marco Legal e segue cerca de 40% abaixo do necessário [6]. Esses números trazem uma dimensão da relevância da indústria química, uma vez que cada nova ligação de água e de esgoto amplia a demanda por produtos de tratamento, e o setor químico será chamado a abastecer essa expansão.

Saúde

Nos serviços de saúde, a Organização Mundial da Saúde adotou em 2009 as preparações alcoólicas para fricção das mãos como padrão-ouro da higiene das mãos, pela ação rápida, pelo amplo espectro contra microrganismos e pelo risco mínimo de gerar resistência antimicrobiana [7]. Na esterilização de produtos médicos, a Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de alimentos, medicamentos e dispositivos médicos dos Estados Unidos, informa que o óxido de etileno é método amplamente usado pelos fabricantes e que, para muitos dispositivos, pode ser o único capaz de esterilizar sem danificar o produto [8]. Nos Estados Unidos, cerca de metade de todos os dispositivos médicos estéreis vendidos é esterilizada com óxido de etileno [8].

A própria FDA registra o outro lado. O órgão declara compartilhar a preocupação com a liberação de óxido de etileno no ambiente em níveis inseguros e informa que fabricantes buscam ciclos de esterilização com concentração do gás de 11% a 66% menor que a típica [9]. Esse caso esclarece bem a relação intensa e complexa entre química e sustentabilidade: um produto de difícil substituição no uso, cuja aceitação depende da qualidade do processo que o controla.

Alimentos

A síntese de amônia pelo processo Haber-Bosch está na base dos fertilizantes nitrogenados. A série compilada pelo Our World in Data parte da estimativa de Erisman e colegas, de que 48% da população mundial dependia do nitrogênio sintético para se alimentar em 2008, e, para 2023, mantém esse percentual como hipótese, sem nova medição. O levantamento cita ainda estudo de Rosa e Gabrielli, publicado em 2023 na Environmental Research Letters, que estima em cerca de metade a parcela da população alimentada por fertilizantes nitrogenados sintéticos em 2019. Sobre produtividade, reúne uma metanálise de 362 safras (Stewart e colegas, 2005), que atribuiu aos fertilizantes de 30% a 50% do aumento de produtividade, e a estimativa de Vaclav Smil (2004) de que as colheitas seriam aproximadamente a metade sem fertilizante nitrogenado [10]. A publicação adverte que esse tipo de cálculo tem precisão limitada, porque melhoramento genético, irrigação e mecanização também elevaram a produtividade.

No Brasil, a safra de grãos tem dimensão que ajuda a medir essa cadeia. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou, em 15 de setembro de 2026, produção de 361,7 milhões de toneladas de grãos em 2025/26, alta de 2,6% sobre a safra anterior, em área plantada de 83,5 milhões de hectares, 1,7% maior. A produtividade do milho de primeira safra subiu 8,8%, para 7.191 quilos por hectare [11]. A produção cresce acima da área cultivada. O dado agregado não separa a contribuição de cada fator: genética, manejo, clima e mecanização também pesam, ao lado dos fertilizantes, aos quais a metanálise citada atribui de 30% a 50% do aumento de produtividade [10]. Na minha leitura, a dimensão dessa safra indica demanda constante por insumos ligados à segurança alimentar, o que exige qualidade de produto, rastreabilidade e processo bem controlado.

Uma melhoria que se mede

A química verde nasceu com princípios explícitos. Em 1998, Paul Anastas e John Warner organizaram doze deles, entre os quais prevenir a geração de resíduos antes de precisar tratá-los, maximizar a incorporação dos materiais ao produto final (economia de átomos) e escolher substâncias e formas que minimizem o potencial de acidentes, como liberações, explosões e incêndios [12, 13].

No Brasil, a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) lançou o Programa Atuação Responsável em 1992 [14]. A publicação conjunta da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Abiquim, de 2017, consolidou os resultados das empresas participantes entre 2006 e 2015: redução de 36% na captação de água, de 31% nos efluentes gerados e de 53% na demanda química de oxigênio, queda de 29% nas emissões de CO2 de combustão e redução de 54% no número total de acidentes ocupacionais por empresa, com e sem afastamento, em dez anos. Em 2015, os eventos de processo com fogo ou explosão e danos acima de US$ 25 mil caíram 54%, o melhor resultado nos últimos nove anos. Em 2013, a intensidade de emissões de gases de efeito estufa da indústria química brasileira foi 51% menor que a média das associações do ICCA (International Council of Chemical Associations), em levantamento com 47 associações [15]. A divulgação periódica de séries como essa, com metodologia aberta, amplia a leitura que a sociedade faz do desempenho do setor.

Relatórios de empresas ilustram essa trajetória em casos específicos. A Braskem reportou, em 2024, taxa de acidentes (com e sem afastamento) de 0,91 evento por milhão de horas-homem trabalhadas, redução de 16% frente a 2023 [17]. No terceiro trimestre de 2025, os eventos de segurança de processo, classificados em dois níveis (Tier 1 e Tier 2), somaram 0,06 por milhão de horas-homem no primeiro nível, 45% a menos que no mesmo período de 2024, e 0,09 no segundo, queda de 69% [18]. A companhia tem metas para 2030 de 0,5 acidente de trabalho e 0,32 acidente de processo (Tier 1 e Tier 2) por milhão de horas-homem [18].

Do lado das políticas públicas, a Lei 15.294/2025 criou o Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química (Presiq), com vigência de 1º de janeiro de 2027 a 31 de dezembro de 2031 e objetivos que incluem a descarbonização e o alinhamento a uma economia de baixo carbono (art. 1º) [21].

A Unipar, produtora de cloro e soda, matérias-primas do tratamento de água e esgoto, mostra a mesma lógica no inventário de emissões. Entre 2023 e 2024, suas emissões de escopo 2 (energia) passaram de 360,6 mil para 331,3 mil toneladas de CO2 equivalente, queda de 8,1% calculada a partir dos valores do relatório, e as de escopo 1, de 301,8 mil toneladas, ficaram praticamente estáveis (alta de 1,2%) [19]. A empresa registrou recorde mensal de 69% da energia consumida no Brasil vinda de autoprodução renovável, eólica e solar, em novembro de 2024 [19], e informa ter cumprido a meta de abastecer com energia elétrica 100% renovável suas fábricas no Brasil em 2025 [20]. O relatório indica ainda o método do inventário (GHG Protocol, com verificação independente) e as metas de reduzir em 10% até 2025 e em 30% até 2030 as emissões dos escopos 1 e 2, em relação a 2020, com emissões líquidas zero até 2050 [19]. Em Camaçari (BA), a expansão da fábrica de cloro, com capacidade de 20 mil toneladas por ano, atende à demanda de saneamento criada pelo Marco Legal do Saneamento [19]. A divulgação do método junto ao número é o formato que fortalece qualquer alegação ambiental.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) fixa a ordem de prioridade que orienta o trabalho de prevenção: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e, por último, disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos [22]. O Sinproquim disponibiliza o Manual de Diretrizes Sustentáveis para Prevenção de Resíduos Químicos, que detalha procedimentos técnicos de revalidação e reteste de produtos químicos de uso industrial para reduzir a geração e o descarte de resíduos e evitar o desperdício de matérias-primas, energia e recursos naturais [23].

Desafios que o setor já enfrenta

A descarbonização está na agenda das empresas, com metas públicas. A Basf, em escala global, definiu reduzir em 25% até 2030 as emissões dos escopos 1 e 2, tomando 2018 como base: de 21,9 milhões para 16,4 milhões de toneladas de CO2 equivalente, observados os critérios metodológicos divulgados pela companhia. Em seu relatório de 2025, a empresa informa 16,1 milhões de toneladas em 2025, valor já abaixo da meta de 2030, e mantém o objetivo de emissões líquidas zero até 2050 [32]. Metas com ano-base, prazo e resultado publicado, como essa e as da Unipar descritas acima, dão ao setor pontos de partida verificáveis para demonstrar avanço.

A segurança de processo tem estrutura própria no setor. Segundo apresentação da Abiquim de 16 de março de 2022, o Pró-Química, sistema de informações e comunicações criado pela entidade em 1989, opera 24 horas por dia, e o SASSMAQ (Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade), implantado em 2001 para avaliação de transportadoras, reunia 886 unidades de negócios certificadas [16]. Esses mecanismos se somam à evolução dos indicadores de segurança das empresas, citada acima.

O alerta para a indústria química

O ambiente regulatório se organiza em torno desses pontos. A Lei 15.022/2024 criou o Inventário Nacional de Substâncias Químicas, com cadastro das substâncias produzidas ou importadas a partir de 1 tonelada por ano (média dos últimos três anos) e prazo de três anos para o cadastro, contado da disponibilização do sistema. A lei prevê a priorização de substâncias para avaliação de risco por critérios como persistência, bioacumulação e toxicidade ao meio ambiente, carcinogenicidade, mutagenicidade ou toxicidade à reprodução e características de disruptores endócrinos, e admite medidas de gerenciamento que chegam à restrição e à proibição de uso [24]. A minuta do decreto regulamentador passou por consulta pública [25].

Em outra frente, a proposta de Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que institui o Registro de Emissões e Transferência de Poluentes (RETP) foi submetida a consulta pública [26]. Na reunião da Comissão Nacional de Segurança Química (Conasq) de 31 de julho, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e o Ibama apresentaram a proposta de um registro pré-preenchido, nos moldes da declaração de imposto de renda pré-preenchida, com dados já existentes em sistemas como o RAPP/Ibama e o Sistema Nacional de Informações sobre Resíduos, e implantação em três fases, a primeira com empresas de grande porte; representantes da indústria apontaram como pontos a resolver os custos ainda não quantificados, a capacidade laboratorial e os critérios de seleção de substâncias [27]. No plano internacional, o Marco Global sobre Produtos Químicos (GFC), adotado em setembro de 2023, reúne cinco objetivos estratégicos e 28 metas [28], tem caráter voluntário [29] e tem sua primeira Conferência Internacional programada para ocorrer em Genebra, de 16 a 20 de novembro de 2026 [28, 31].

Para quem gera resíduos, a Política Nacional de Resíduos Sólidos mantém a responsabilidade do gerador mesmo quando ele contrata terceiros para coleta, transporte, tratamento ou destinação, e obriga quem opera resíduos perigosos a adotar medidas para reduzir seu volume e sua periculosidade [22]. Na frente financeira, a Taxonomia Sustentável Brasileira, sistema que classifica quais atividades econômicas são sustentáveis, ajuda a reduzir o greenwashing, segundo o Ministério da Fazenda [30], e está em fase de testagem em 2026 [33].

Entendo que quatro pontos pedem atenção imediata de quem fabrica, importa, distribui ou descarta produtos químicos.

  • O dado. Inventário, RETP e GFC convergem para a mesma exigência de saber o que se produz, importa, emite e transfere. A Lei 15.022 já pede, no cadastro, a identificação exata da substância, a classificação de perigo e os usos recomendados [24]. Quem organiza essas informações agora chega à regulamentação com vantagem.
  • O processo. O caso do óxido de etileno mostra que um produto essencial conquista aceitação quando o controle operacional é demonstrável [9]. Mecanismos como Pró-Química e SASSMAQ [16] e metas públicas de segurança de processo [18] sustentam essa demonstração. Segurança de processo pede investimento contínuo e verificação independente.
  • A prevenção. A ordem de prioridade da PNRS coloca a não geração antes do tratamento [22], e o manual do Sinproquim indica caminhos técnicos para aplicá-la a produtos de uso industrial [23].
  • A comunicação. Cada alegação ambiental deve trazer fonte, período e metodologia, como no relatório da Unipar, que informa método, escopo e verificação independente do inventário de emissões [19]. Quem fala de sustentabilidade com dados verificáveis protege a própria reputação e a do setor.

A química sustenta a água que bebemos, o atendimento nos hospitais e a produção de alimentos da qual, segundo estimativas científicas, depende aproximadamente metade da população mundial. O setor construiu, ao longo de décadas, instrumentos para medir e reduzir seus impactos. Os mesmos dados que sustentam essa defesa indicam a agenda que vem pela frente: reduzir emissões, manter a segurança de processo e controlar o que escapa para o ambiente. Uma indústria que mede seus resultados com método aberto e prepara seus dados antes de ser cobrada tem bons argumentos para ser vista como parte da solução.

Fontes

[1] CDC. History of Drinking Water Treatment (A Century of U.S. Water Chlorination and Treatment). https://archive.cdc.gov/www_cdc_gov/healthywater/drinking/history.html

[2] Tulchinsky TH et al. Safety of community drinking-water and outbreaks of waterborne enteric disease: Israel, 1976-97. Bulletin of the World Health Organization, 2000;78(12):1466-73. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2560668

[3] Brasil. Lei nº 14.026/2020, que altera a Lei nº 11.445/2007 (Marco Legal do Saneamento), art. 11-B (metas de universalização até 31/12/2033). Planalto. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/l14026.htm

[4] Instituto Trata Brasil. Avanços do Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil de 2025 (SINISA, 2023). Estudo completo, agosto de 2025. https://tratabrasil.org.br/wp-content/uploads/2025/08/ESTUDO_COMPLETO_Avancos_do_Marco_Legal_do_Saneamento_Basico_no_Brasil_2025_FINAL.pdf

[5] Instituto Trata Brasil. Ranking do Saneamento 2024 (dados de 2022; publicado em 19/3/2024). https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2024/

[6] Instituto Trata Brasil (16/7/2026). Faltam R$ 431 bilhões para o Brasil alcançar a universalização do saneamento até 2033 (estudo com a GO Associados, Avanços do Marco Legal 2026, SINISA 2024). https://tratabrasil.org.br/faltam-430bi-brasil-universalizacao-saneamento/

[7] WHO Guidelines on Hand Hygiene in Health Care (2009), seção sobre formulações de preparações alcoólicas. NCBI Bookshelf. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK144054/

[8] FDA. Ethylene Oxide Sterilization for Medical Devices (conteúdo atualizado em 14/5/2025). https://www.fda.gov/medical-devices/general-hospital-devices-and-supplies/ethylene-oxide-sterilization-medical-devices

[9] FDA (distribuição pela FDA via PR Newswire). Declaração de Jeff Shuren, CDRH, “FDA Continues Efforts to Support Innovation in Medical Device Sterilization” (3/8/2022). https://www.prnewswire.com/news-releases/fda-continues-efforts-to-support-innovation-in-medical-device-sterilization-301599169.html

[10] Ritchie H. How many people does synthetic fertilizer feed? Our World in Data (publicado em 7/11/2017; série estendida até 2023). Cita Erisman et al., Nature Geoscience, 2008, e Rosa & Gabrielli, Environmental Research Letters, 2023. https://ourworldindata.org/how-many-people-does-synthetic-fertilizer-feed

[11] Conab (15/9/2026). Conab estima produção de 361,7 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/26 (12º Levantamento do Boletim da Safra de Grãos). https://www.gov.br/conab/pt-br/assuntos/noticias/conab-estima-producao-de-361-7-milhoes-de-toneladas-de-graos-na-safra-2025-26

[12] Anastas P, Warner J. Green Chemistry: Theory and Practice. Oxford University Press, 1998. Os 12 princípios: Yale Center for Green Chemistry and Green Engineering. https://greenchemistry.yale.edu/node/26

[13] Green Chemistry for Sustainability (ACS, Yale CGCGE e Beyond Benign). Principles of Green Chemistry; cita Anastas PT, Warner JC. Green Chemistry: Theory and Practice. Oxford University Press, 1998, p. 30. https://chemistryforsustainability.org/learn/green-chemistry-and-green-engineering/principles-green-chemistry

[14] Abiquim. Atuação Responsável: histórico (lançamento do programa em 1992). https://abiquim.org.br/programas/atuacao-responsavel/historico/

[15] CNI e Abiquim. A química como criadora de soluções para o desenvolvimento sustentável. Brasília: CNI, 2017 (dados Abiquim, séries 2006-2015). https://static.portaldaindustria.com.br/media/filer_public/7c/cd/7ccda3d1-d6d4-44b1-9410-3167888069b4/abiquim.pdf

[16] Shizuo L, Falato R (Abiquim). O Programa Atuação Responsável da Indústria Química e o transporte de produtos perigosos. 1º Seminário Estadual de Segurança no Transporte de Produtos Perigosos, 16/3/2022. https://www.defesacivil.pr.gov.br/sites/defesa-civil/arquivos_restritos/files/documento/2022-04/16_03_-_08h50_-_luiz_shizuo_harayashiki_-_abiquim.pdf

[17] Braskem. Relatório ESG 4T24 e 2024 (indicadores de segurança, p. 4). https://api.mziq.com/mzfilemanager/v2/d/540b55c5-af99-45f7-a772-92665eb948e9/80903906-5120-3b3e-e6dc-870e7569c3c9?origin=2

[18] Braskem. Relatório ESG 3T25 (indicadores de segurança, p. 4; metas 2030, p. 2). https://api.mziq.com/mzfilemanager/v2/d/540b55c5-af99-45f7-a772-92665eb948e9/0f77c131-0af8-adf7-4e91-00a42e227dbb?origin=2

[19] Unipar. Relatório de Sustentabilidade 2024 (publicado em 31/7/2025): emissões de GEE e metodologia, p. 34; recorde de autoprodução renovável, p. 4; metas, p. 15 e 19; fornecimento ao saneamento, p. 10; Camaçari, p. 16 e 25 (páginas conforme a numeração do PDF). https://unipar-institucional-prd.s3.sa-east-1.amazonaws.com/downloads_list_item/5241-r_s_2024__unipar__p_t__v_f.pdf

[20] Unipar. Transição energética (meta de 100% de energia elétrica renovável nas fábricas do Brasil em 2025). https://unipar.com/sustentabilidade/transicao-energetica

[21] Brasil. Lei nº 15.294/2025, que institui o Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química (Presiq), art. 1º. Planalto. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/L15294.htm

[22] Planalto. Lei nº 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos), art. 9º; art. 27, §1º; art. 39, §2º, III. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm

[23] Sinproquim. Diretrizes Sustentáveis para Prevenção de Resíduos Químicos (página publicada em 23/1/2023). https://sinproquim.org.br/manual-com-orientacoes-tecnicas-para-reduzir-a-geracao-e-o-descarte-de-residuos-quimicos/

[24] Planalto. Lei nº 15.022/2024 (Inventário Nacional de Substâncias Químicas), arts. 6º, 7º, 10, 14 e 22. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/l15022.htm

[25] Participa + Brasil. Consulta pública sobre o decreto regulamentador da Lei 15.022/2024. https://www.gov.br/participamaisbrasil/decreto-regulamentador-da-lei-15022-2024

[26] Brasil Participativo. Consulta Pública sobre a Proposta de Resolução Conama que institui o Registro de Emissões e Transferência de Poluentes (RETP). https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/rcretp

[27] Sinproquim (7/8/2026). Conasq debate proposta de criação do Registro de Emissões e Transferências de Poluentes. https://sinproquim.org.br/conasq-debate-proposta-de-criacao-do-registro-de-emissoes-e-transferencias-de-poluentes/

[28] UNEP. Global Framework on Chemicals. https://www.unep.org/en/global-framework-chemicals

[29] IISD, Earth Negotiations Bulletin. Summary report, 1st meeting of the OEWG for the Global Framework on Chemicals, 24-27 June 2025. https://enb.iisd.org/open-ended-working-group-oewg-global-framework-chemicals-gfc-1-summary

[30] Ministério da Fazenda. Taxonomia Sustentável Brasileira (definição, objetivos e menção ao greenwashing). https://www.gov.br/fazenda/pt-br/orgaos/spe/taxonomia-sustentavel-brasileira

[31] UNEP. Global Framework on Chemicals, International Conference 1: conference schedule (Genebra, 16-20/11/2026). https://www.unep.org/global-framework-chemicals/international-conference-1/conference-schedule

[32] BASF. BASF Report 2025, seção “Our targets” (publicado em 27/2/2026). https://report.basf.com/2025/en/combined-managements-report/fundamentals-of-the-group/strategy/our-targets.html

[33] Brasil. Resolução CITSB nº 5, de 28 de abril de 2026 (edital de seleção para a fase de testagem da primeira edição da Taxonomia Sustentável Brasileira). Diário Oficial da União. https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-citsb-n-5-de-28-de-abril-de-2026-702411248

Luciana Oriqui, assessora de Sustentabilidade do Sinproquim | Outubro de 2026