Produção da indústria química paulista cresce em maio, mas atividade permanece em nível baixo

O índice regional de produção da indústria química do estado de São Paulo apresentou alta de 6,31% em maio, frente ao mesmo mês de 2021. O levantamento realizado pelo Sinproquim inclui os produtos químicos de uso industrial e segmentos da cadeia química, exclusive produtos de higiene, limpeza e cosméticos. No acumulado do ano, de janeiro a maio, o índice avançou 3,9%, segundo a Pesquisa Industrial Mensal da Produção Física (PIM PF), do IBGE. A liberação dos recursos do FGTS e a antecipação da 1ª parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas foram pontos positivos para outros setores e para economia nacional, também surtindo efeito sobre a indústria química paulista, ao gerar relativo estímulo à atividade econômica.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI*) em junho, porém, alcançou 71,2%, com pouco menos de 0,5 pontos porcentuais ante maio (71,7%) e apenas 0,2 pontos porcentuais na comparação com junho de 2021 (71%). Esse patamar situa-se abaixo da média histórica da capacidade operacional produtiva química (78,4%) e da indústria de transformação (80,4%) paulistas, com ajuste sazonal, segundo levantamento de conjuntura da FIESP.

*O Nível de Utilização da Capacidades Instalada (NUCI) é a parcela da capacidade de produção operacional utilizada, expressa em porcentagem, que pode variar de 0% a 100%.