Pesquisa realizada pela Fiesp com 285 indústrias mostra que 72,2% das empresas consideram que a inteligência artificial terá impacto relevante nos negócios. A tecnologia é utilizada ou está sendo testada por 36,9% das indústrias paulistas. O levantamento indica que as empresas se sentem tecnologicamente preparadas para a IA, mas enfrentam um vácuo na organização estratégica.
O principal gargalo é a ausência de diretrizes e políticas internas para o uso da IA. A fragilidade na governança é ainda mais alta entre as pequenas indústrias, segmento em que a inovação avança sem acompanhamento de normas de segurança cibernética e controle.
O receio com a segurança das informações, a falta de dados confiáveis para alimentar os modelos e a dificuldade de compreensão sobre como a IA pode auxiliar o negócio são outros pontos de atenção. Um entrave para a implementação é de ordem humana, manifestado na falta de conhecimento e de capacitação técnica.
A IA generativa, que pode criar conteúdo original, como texto, imagens, vídeo, áudio ou código de software, em resposta a um prompt ou solicitação do usuário, é a ferramenta mais utilizada pelas empresas.
